sexta-feira, 26 de abril de 2013

Espero



Tua chegada foi assim do nada, mas confesso que foi no momento certo, como um cobertor em uma noite fria. Só espero que, sua ida não seja tão rápida como foi a sua chegada.


terça-feira, 16 de abril de 2013

(...)



Mas se você quiser, você quem sabe. Vou te guardar no coração, assim como todos que já foram embora.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A última




Querido,
Sempre gostei de começar as cartas com esse vocativo, torna tudo mais amável independente do assunto a ser tratado. E, devo dizer-lhe, não há nada de amável em ter que te escrever isso. Na verdade me corta cada letra aqui gravada, os espaços entre as palavras nos distanciam ainda mais, no fim estarei em Marte e tu aí, com esse papel molhado de lágrimas em mãos. Não deveria chorar, já é difícil manter o foco e o nexo das palavras normalmente sem colocar teu nome ao fim de cada frase, e agora há também a dor de cabeça de um choro guardado e doído, a visão turva e as mãos trêmulas. É noite e o frio retornou, já estamos no outono e o verão se fora. Sempre gostei de verões, trazem uma alegria mesmo nos dias mais tristes. E trazem também a preguiça, mesmo á uma temperatura de quase 40ºC. Aquela vontade de morar no congelador, virar um peixe ou morrer tomando uma ducha gelada. Esse negócio de morte a gente deixa pro final, ela sempre vem no fim mesmo. As vezes esse fim é tão próximo que parece até que não é fim, não é? Eu sei, dá aquela vontade de gritar "ei, ainda não, ainda tem tempo!", mas não há tempo algum. Só mais algumas horas pra terminar essa carta, a última. 
Queria ressaltar aqui que não fora o primeiro, já amara antes e talvez por ter amado nunca soube se acabara mesmo. Sim, sempre houve dúvidas de amores passados e incertezas. Houveram tantas coisas que eu fiquei de te contar quando tivesse força, mas nunca a tive e nem a terei um dia. Não há tempo. Mas houve você num dia qualquer, teve você ali, e teve eu, e teve um destino que nos juntou como se fossemos peças de um quebra-cabeça que só precisavam de um empurrãozinho. E fora isso e nada mais, o tempo dera esse empurrão e nos tornamos nós. Confesso que de início não mantinha esperanças de futuros, e foi bom que o fizesse, deveria ter mantido isso até o fim. Novamente falando de finais, desculpe, tinha me programado de só comentar no último parágrafo mas parece que o adeus cisma em aparecer em todas as frases. Eu vim aqui te dizer adeus. É isso. Por mais rodeie em assuntos bobos, fale do quanto me sentia insegura e tinha vergonha até de respirar, só tô querendo dizer mesmo que tá doendo relembrar essas coisas todas, que esse não é mais um até logo e que não terão mais quatro anos de espera, não haverá mais espera. 
Tiveram momentos tão bons que se eu pudesse teria escrito um livro de cada um deles, só pra que outras pessoas pudessem ler e tentassem sentir o que eu senti. Deveria ter escrito mais, pra você, pra minha família, pra mim, pros outros. Escrever sempre fora a forma mais fácil de aliviar tudo, você sabe que sempre digo isso. E por mais que nunca tentara de fato escrever algo, te deixo aí um conselho, tente um dia, nem que seja sobre mim. Mas preferiria que deixasse suas palavras para ressaltar coisas belas e vivas, flores num jardim, um amor futuro ou até mesmo o sorriso de uma criança. Não deixe que a dor o consuma, que a saudade dilacere e que os dias se tornem torturantes. A escrita alivia, mas também judia. Nunca vira, mas houve noites em que dormi chorando por ter escrito, aos prantos me punha a escrever sobre dores escondidas só para ter o que escrever. Não fui a única a fazer isso, aposto que os grandes também espetavam as feridas enquanto rabiscavam papéis. Arde, e a gente pensa que não aguenta mais nenhuma linha. Sangra, e a gente sente que mais um parágrafo nos matará. Quase mata, mas aí vem o ponto final. 
A carta de hoje é diferente, o ponto final vem manchado. Não se culpe, não se julgue, não tente entender. O destino não nos deixa respostas, apenas acontece. Hoje é mais uma parte dele, e essa é a parte em que vou. Deixo com você um pedaço de mim, deixo minhas palavras que sempre foram um pouco suas, deixo meus diários secretos escondidos nas folhas de um fichário velho, deixo minhas fotos, até as mais feias, na última gaveta pra você. E deixo meu amor todo guardado no teu coração, que ele te aqueça nas noites frias e te conforte nos momentos de solidão. Que minhas lembranças não se tornem martírios e minha ausência não o sufoque. Nunca se esqueça daquela velha frase: tudo passa. Eu passei pela sua vida, assisti seus sonhos e morei no teu coração. Desculpe a bagunça, acho que desorganizei algumas veias e artérias, pendurei quadros meus nos teus olhos e grudei tua pele na minha. Atire os quadros pela janela, remova a pele, faça a faxina que teu corpo pede. Não tô querendo sair, nem tô querendo terminar essa carta porque ainda vivo em você nesses poucos minutos que me restam, mas é preciso.  
De algo me arrependo mais: não ter dito o quanto te amei as tantas vezes que você mereceu. Não ter retribuído todos os beijos, ter deixado seus braços sem abraços e suas mãos vazias. Faria de tudo para retomar cada momento perdido, cada encontro desmarcado no último minuto, reviver até as brigas só para ver como parecíamos duas crianças choronas ao invés de adultos. E refaria nossos erros, todos eles, porque talvez a gente fosse perfeito simplesmente por não ser. Quando você chegar a nossa música vai estar tocando, não se assuste, deixei no replay por horas porque não sabia quando chegaria. É só pra lembrar um pouco mais de mim, uma última vez. Essa foi uma carta de despedida, em que deixo minha vida. 

Uma carta suicida. 

- Lara Olivrira

Com o tempo...




Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o “alguém” da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.

sábado, 13 de abril de 2013

Dê um play: Cartas pra você



Do que  você disse, que iria ser pra sempre mais não foi assim... Eu não posso me enganar (...)

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Trecho do Livro Walking Disaster da Autora Jamie McGuire!


Jamie McGuire divulgou em seu blog um trecho de “Walking Disaster”, continuação do sucesso “Belo Desastre”. O Lançamento é previsto para 16 de abril de 2013 nos EUA, mas segue o mesmo estilo de “Belo Desastre”, e dessa vez quem narra é o Travis.
A Editora Verus lançou a obra e a Warner Bros comprou os direitos de adaptação do best-seller .
Leiam a sinopse de Belo Desastre AQUI!
Confiram o trecho traduzido:
Shepley saiu de seu quarto puxando a camiseta sobre a cabeça. Suas sobrancelhas juntas. “Elas simplesmente se foram?”
“Sim,” eu disse distraidamente, enxaguando minha tigela de cereal e despejando o resto da aveia de Abby na pia. Ela mal tocou.
“Bem, que inferno? Mare nem sequer se despediu.”
“Você sabia que ela ia à aula. Deixe de ser um bebê chorão.”
Shepley apontou para seu próprio peito. “Eu sou um bebê chorão? Você se lembra de ontem à noite?”
“Cala boca.”
“É o que eu pensava.” Ele sentou-se no sofá e colocou seus tênis. “Você perguntou à Abby sobre seu aniversário?”
“Ela não disse muito, exceto que não curte aniversários.”
“Então o que faremos?”
“Dirigindo uma festa.” Shepley assentiu, esperando que eu me explicasse. “Eu pensei em surpreendê-la. Convidar alguns de nossos amigos e com America a distraindo por um tempo.”
Shepley colocou seu boné branco, puxando-o tanto para baixo que eu não podia ver seus olhos. “Ela pode fazer isso. Algo mais?”
“O que você acha de um filhote?”
Shepley riu. “Não é meu aniversário, bro.”
Eu andei em torno da mesa de café da manhã e me encostei na cadeira. “Eu sei, mas ela vive nos dormitórios. Ela não pode ter um cachorro.”
“Manter ele aqui? Sério? O que vamos fazer com um cachorro?”
“Eu encontrei um Cairn Terrier na internet. É perfeito”.
“Um o quê?”
“Pidge é de Kansas. É a mesma raça do cachorro de Dorothy em Mágico de Oz”.
A cara de Shepley estava branca. “Mágico de Oz.”
“O quê? Eu gostava do Espantalho quando era criança, fique quieto.”
“Vai cagar em todos os lugares, Travis. Vai latir e choramingar e… eu não sei.”
“Assim como America… tirando a parte de cagar.”
Shepley não achou graça.
“Eu vou passear e limpar. E vou deixá-lo no meu quarto. Você nem vai saber que ele está aqui.”
“Você não pode impedi-lo de latir.”
“Pense sobre isso. Você tem que admitir que isso vai conquistá-la.”
Shepley sorriu. “É disso que se trata? Você está tentando conquistar Abby?”
Minhas sobrancelhas se uniram. “Pare com isso.”
Seu sorriso se alargou. “Você pode pegar o maldito cachorro…”
Eu sorri com a vitória.
“… Se você admitir que sente algo por Abby.”
Fiz uma careta. “Vamos lá, cara!”
“Admita,” Shepley disse, cruzando os braços. Era sério. Ele realmente vai me obrigar a falar.
Eu olhei para o chão, e qualquer outro lugar exceto para o sorriso presunçoso de Shepley. Eu lutei por um tempo, mas o filhote era fodidamente brilhante. Abby vai vibrar (de um jeito bom dessa vez), e eu poderia mantê-la no apartamento.
Ela estaria lá todos os dias.
“Eu gosto dela,” eu disse com os dentes cerrados.
Shepley colocou a mão no ouvido. “O quê? Não consegui te ouvir.”
“Você é um idiota! Você ouviu isso?”
Shepley cruzou os braços. “Diga.”
“Eu gosto dela, ok?” “Não é suficiente.”
“Eu sinto algo por ela. Eu me importo com ela. Muito. Não aguento quando ela não está por perto. Feliz?”
“Por enquanto,” disse ele, pegando sua mochila do chão.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Happy B-Day > Alex Pettyfer




Hoje (10/04) Alexander Richard Pettyfer comemora seus lindos 23 aninhos.
Vamos a uma homenagenzinha a ele, que é todo lindo, sexy, delicia, gostoso (siiiim), mais lindo, gato,... Enfim.































Lindo desde sempre *-*


terça-feira, 9 de abril de 2013

(...)

image

“Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por omitir!”

Você...



Você é o melhor ser humano entre os piores que já conheci. Ou o pior entre os melhores. Não sei. Sei que eu inexplicavelmente estou na tua e você sabe disso.”     — Gabito Nunes.

domingo, 7 de abril de 2013

Eu quero/Eu amo.



Eu quero uma vida contigo. Uma vida sem despedidas, sem tristeza, sem lágrimas. Quero uma vida cheia de sorrisos, de carinhos, de amor. Um dia me disseram que o sorriso é uma forma de mostrarmos o quanto gostamos de alguém. Hoje me perguntaram se eu gostava de você, e eu apenas… Sorri. Eu amo o seu jeito, eu amo o seu olhar, eu amo seu sorriso, mais além de tudo isso.. eu amo você.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

(...)



E você continua indo embora, e eu continuo ficando, vendo você levar partes de mim que antes eu nem sentia falta.


terça-feira, 2 de abril de 2013

Dê um play: Lazy Love

Se eles soubessem o que eu soube, entenderiam
Estou vendo a noite de ontem ...
E, de repente, sinto um toque suave nas minhas costas


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Pode....



Pode doer o quanto for, me dilacerar, me destruir emocionalmente. Mas eu não me entrego, não desisto e jamais permaneço no chão.